segunda-feira, 30 de julho de 2012

Candidatos à prefeitura de Fortaleza dizem em debate priorizar a saúde

Saúde foi o tema mais abordado entre os candidatos à prefeitura de Fortaleza realizado neste domingo (29), pela TV O Povo. O debate contou com a presença dos oitos candidatos à prefeitura de Fortaleza cujo partidos tem representação no Câmara Federal: Elmano de Freitas (PT), Heitor Ferrer (PDT), Inácio Arruda (PC do B), Marcos Cals (PSDB), Moroni Torgan (DEM), Renato Roseno (PSOL), Roberto Cláudio (PSB) e Valdeci Cunha (PRTB). André Cunha (PPL) e Francisco Gonzaga (PSTU) não participaram.

Debate contou com a presença dos oitos candidatos à prefeitura de Fortaleza cujo partido tem representação no Congresso Nacional (Foto: André Teixeira/G1) 

No primeiro bloco do programa, em pergunta feita pela produção do programa a cada um dos candidatos sobre a prioridade do governo em caso de ser eleito, cinco dos oito participantes destacaram a saúde com prioridade. Os candidatos Heitor Férrer (PDT), Moroni Torgan (DEM), Roberto Cláudio (PSB), Inácio Arruda (PC do B) e Marcos Cals (PSDB) apresentaram propostas para melhorar o sistema de saúde. O candidato Valdeci Cunha (PRTB) falou na criação de um órgão de planejamento para obras e serviços para a população de Fortaleza. Renato Roseno (PSOL) criticou a violência urbana e altos índices de mortalidade entre jovens por conta da violência. Elmano de Freitas (PT) prometeu dar continuidade a ações como a tarifa social aos domingos e, se eleito, também aos sábados.

No segundo e quarto bloco do debate eleitoral, os candidatos tiveram oportunidade de fazer perguntas entre si. O tema mais discutido, como no primeiro bloco, foi a saúde.

No terceiro bloco do programa, os candidatos sortearam perguntam de telespectadores da TV O Povo sobre educação, saúde, habitação, educação, lazer e esporte. No quinto e último bloco, os candidatos tiveram dois minutos para as considerações finais.

Avaliação
O G1 conversou com os oito candidatos para ouvir a avaliação sobre o debate. Confira a opinião de cada um deles.

Elmano Freitas (PT) - “Foi uma uma oportunidade de apresentar a proposta do Partido dos Trabalhadores, principalmente com foco na educação e saúde. Vamos dobrar o número de creches, ampliação de um computador para cada aluno da rede municipal.”

Heitor Férrer (PDT) - “Tivemos a chance de expor os males da cidade e apresentar soluções. Nós vamos fazer o IJF2 (Hospital no modelo do Instituto Doutor José Frota), porque hoje existem 90 fortalezenses a perecer porque não fizeram uma cirurgia há 90 dias.”

Inácio Arruda (PC do B) - “Falamos que a saúde é chave para melhorar Fortaleza. Não é à toa que os candidatos priorizaram as propostas da saúde e citaram os problemas que estão acontecendo na cidade. Vamos contar com ajuda do governo federal e estadual para melhorá-la.”

Marcos Cals (PSDB) - “O debate foi muito bom e tranquilo. Mostramos com clareza que somos a verdadeira oposição, com propostas claras na saúde educação, geração de emprego e qualidade de serviço. Já fomos governo e temos experiência para aplicar as propostas.”

Moroni Torgan (DEM) - “O debate mostra que o povo cansado de fantasias. Quando ele abre a porta, ele vê a realidade. O fortalezense tem vontade de ver mudanças. As propostas foram parecidas, mas nós destacamos as falhas do atual governo.”

Renato Roseno (PSOL) - “Todo debate é importante para que os eleitores tenham acesso a várias ideias e conheçam as propostas para Fortaleza. Lamentável algumas perguntas ficaram sem respostas. Fiz uma pergunta clara sobre transparência que não foi respondida.”

Roberto Cláudio (PSB) - “Os candidatos tiveram a oportunidade de apresentar alternativas para problemas comuns, e o mais importante, foi um debate respeitoso, de alto nível. Foi um comportamento ético em torno de propostas de campanha para uma cidade mais feliz.”

Valdeci Cunha (PRTB) - “As propostas foram parecidas. São todos bons candidatos, a nossa diferença é que estamos entrando no debate com um novo planejamento sustentável que não engloba apenas uma visão fragmentada da saúde e educação, mas uma visão conjunta.”

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