quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Paulo Bernardo admite arredondar o mínimo para R$ 540

Sobre valor superior a R$ 540, o ministro disse que "não podemos inventar receita"
Após prever um reajuste ainda menor, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que o salário mínimo deve ser arredondado para R$ 540. Nesta terça-feira, dia 16, ele apresentou ao Congresso uma revisão de estimativas para o Orçamento de 2011, com os novos parâmetros macroeconômicos.
Segundo o critério de reajuste pela inflação do último ano mais o PIB de dois anos anteriores, o mínimo subiria dos R$ 510 atuais para R$ 536,88. Enquanto o governo já havia ofertado 538,15, as centrais sindicais pressionam por R$ 580. Bernardo justificou à Comissão de Orçamento que a política de reajuste está em vigor desde 2006, mas que os números sempre são ajustados no Congresso.
Se aumentarmos para um patamar maior, como não podemos inventar receita e ninguém aqui está falando em aumentar impostos, teremos que cortar alguma coisa. Tem R$ 44 bilhões no PAC e no Minha Casa, Minha Vida e vai ser o primeiro lugar para achar recursos, disse, em referência a um eventual valor superior a R$ 540. Isso seria transformar investimento em despesa corrente. Acho que temos de manter o crescimento controlado das despesas, se possível abaixo do PIB, e colocar mais recursos em investimentos.
Links Paulo Bernardo diz que mínimo de R$ 600 foi derrotado na eleição

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