RECURSOS HÍDRICOS 18 açudes estão sangrando


As chuvas registradas no Estado possibilitam renovação hídrica nos reservatórios para alegria dos agricultores
Sobral Dos 134 açudes monitorados pela Cogerh em parceria com o Dnocs,18 já estão sangrando (levantamento feito até o fechamento desta edição). Os últimos reservatórios que atingiram sua cota máxima foram Cupim, em Independência, Bacia do Parnaíba e Lima Campos, em Icó, e o Gomes, em Mauriti, que registrou sangria na manhã de ontem. O volume atual encontra-se com 65,45%, o que representa 11,8 bilhões de metros cúbicos, dos 18 bilhões da capacidade total do Estado.
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O primeiro deles a sangrar este ano foi o Tijuquinha, em Baturité, na Bacia Metropolitana do Estado.

Um dos espetáculos mais bonitos pode ser visto na sangria do Açude Umirim, em Massapê, com uma lâmina de quase dois metros, o que atrai muitos visitantes. A comunidade local aproveitar para pescar.

De acordo com o boletim da Cogerh, na Bacia do Alto Jaguaribe, dos 18 açudes, um está sangrando, Pau Preto, no Município de Potengi. Bacia do Salgado são 14 reservatórios, com cinco sangrando: Junco (Granjeiro), Lima Campos (Icó), Prazeres (Barro), Rosário (Lavras da Mangabeira) e Gomes (Mauriti). Bacia Acaraú são 13 açudes, três sangrando: Acaraú Mirim (Massapê), Arrebita (Forquilha) e S. Vicente (Santana do Acaraú). Bacia Coreaú são nove açudes, com três sangrando: Itaúna (Chaval), Tucunduba (Senador Sá) e Várzea da Volta (Moraújo). Bacia Paranaíba 10 açudes com um sangrando, Cupim (Independência). Bacias Metropolitanas 18 açudes, um sangrando: Tijuquinha (Baturité). Bacia Litoral sete açudes, com três sangrando: Patos (Sobral), Quandú (Itapipoca) e S. Pedro Timbaúba (Miraíma).

Wilson Gomes
Colaborador

INHAMUNSMoradores temem cheia do Rio Poti em Crateús
Crateús Chuvas intensas caíram neste Município nos últimos dias. E a população aproveita para fazer atividades como pesca, visitação de rios e açudes, mas também já se preocupa com a possibilidade de cheias do Rio Poty, caso as chuvas tenham continuidade. Na sede do Município, já há locais em que a população tem dificuldade de acesso e locomoção.

É o caso da passagem molhada do Souzinha, que liga o Bairro Cidade Nova (conhecido como Ilha) a outros bairros, como Cajás, Patriarcas e Cidade 2000. A passagem de pedestres, bicicletas e veículos está difícil. Alguns atravessam mesmo com dificuldade. Outros desistem.
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Os problemas advindos das chuvas não ficam só na zona urbana, mas na rural. No Distrito de Montenebo, a 51km de Crateús, as pessoas têm dificuldades para vir à cidade. "A Defesa Civil do Município não recebeu nenhuma ocorrência até o momento", afirma o coordenador Teobaldo Marques. Diz que o órgão está atento, junto com os demais responsáveis pelo socorro das pessoas.

Silvania ClaudinoRepórter

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